Hoje houve um grande evento esportivo (sic), uma partida de futebol. Particularmente eu não gosto de futebol. Mas nos dias de hoje, me é negado o direito de ficar alheio ao tema. Queira ou não, sou obrigado a tomar conhecimento do que ocorre neste universo. Um universo que para mim não faz qualquer sentido teórico ou prático.

Pois bem, acordei, abri a timeline do Twitter e, já na manhã deste domingo qualquer de vento NE que levam todos os aviões em Congonhas a pousarem e decolarem da pista 35 (sentido Jabaquara-Moema), confiro o seguinte: pessoas respeitáveis, interessantes, inteligentes, elegantes, diferentes e inspiradoras reduzidas a caricaturas bestiais.

Um festival de xingamentos, distratos, urros, berros, assassinatos linguísticos, violência virtual - que só não é real por ausência da realidade - e outras bizarrices que fariam os macacos de Kubrick se esconderem, temerosos e indefesos, em suas cavernas.

A timeline do Twitter neste domingo foi um repeteco mais vigoroso do que acontece em todas as quartas e domingos no decorrer do calendário competitivo nacional do esporte futebolístico.

Para todos que comemoraram o feito do seu time neste domingo, deixo isto. Leiam com atenção. Eu sei que vocês são inteligentes, apesar do fanatismo apresentado e intensificado em cada rodada.